Google+ A Maconha é inofensiva como dizem seus defensores? - Rabiscos de Deus - Romance de Aluisio Nogueira

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A Maconha é inofensiva como dizem seus defensores?


Drogas devem continuar sendo ilegais, defende agência da ONU
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A restrição do aumento do uso de substâncias tóxicas que causam dependência está na manutenção da ilegalidade desses produtos, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira pela UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), ligada à ONU (Organização das Nações Unidas).

"O álcool e o tabaco causam mais mortes justamente porque são legais", afirmou o representante do UNODC no Brasil,
Bo Mathiasen, durante o lançamento do relatório Relatório Mundial sobre Drogas  em 2009, no Palácio do Planalto.

O documento original foi lançado em Washington (EUA) e tem 314 páginas. Ele foi elaborado devido ao Dia Internacional contra o Tráfico e o Abuso de Drogas, lembrado na próxima sexta-feira (26).

O documento reúne dados estatísticos, enviados pelos governos dos países da ONU, e análises de tendência sobre a situação do mercado das drogas ilegais em todo o mundo, inclusive produção, tráfico e consumo.

A recomendação ocorre em um momento em que vários setores da sociedade civil defendem a legalização de drogas tidas como leves, como a maconha. De acordo com Roberto Filho, diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, a visão dos órgãos de repressão, em especial da PF, "é absolutamente alinhada" com a medida defendida pela UNODC.

"A experiência tem demonstrado e nos habilita a dizer que uma eventual liberação, mesmo de drogas consideradas leves, como a maconha, estimularia o consumo. E, como seria submetida a controles sanitários e impostos, não eliminaria a produção ilícita por organizações criminosas", afirma Filho.

Outras medidas citadas por Mathiensen envolvem agir proativamente, elaborar estratégias específicas para cada fluxo de drogas e fortalecer o trabalho internacional para prevenir o uso de drogas e combate ao tráfico.

Segundo o ex-secretário nacional de Políticas sobre Drogas, Paulo Roberto Uchôa, o Brasil "tem um rumo [no combate às drogas], principalmente porque tem dois instrumentos; a lei e uma política nacional unificada". Uchoa ressaltou a importância de uma integração multissetorial, reduzindo a oferta e a demanda e unindo políticas de educação, de trabalho, de saúde e de cultura, entre outros.

A divulgação do relatório, "chama atenção para um problema que não é só do Brasil, é de todo o mundo e de todos nós", afirma Uchôa.


Dobra potência de princípio ativo da maconha na América do Norte, aponta ONU

Um relatório da ONU aponta que a maconha continua sendo a droga mais cultivada e consumida no mundo. Segundo o documento, o índice médio do THC (princípio ativo) quase dobrou na última década em drogas apreendidas na América do Norte.

O texto informa que a potencialização do componente danoso da maconha traz grandes implicações à saúde, evidenciada pelo aumento significativo no número de pessoas em busca de tratamento.

Países da América do Norte, Oceania e Europa Ocidental são os maiores consumidores de maconha do mundo. A América do Norte e Europa Ocidental também lideram quando o assunto é consumo de cocaína.

O relatório da UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), tem 314 páginas e foi elaborado devido ao Dia Internacional contra o Tráfico e o Abuso de Drogas


Fonte: Folha online - Jornal Folha de São Paulo


Discurso na CÂMARA DOS DEPUTADOS


O SR. PASTOR MARCO FELICIANO (PSC-SP. Pronunciamento encaminhado pelo orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o tema do meu discurso é: Repúdio à Legalização da Maconha.

Uso desta tribuna para nos dias finais deste ano manifestar preocupação e repudio a matéria de hoje da seção Tendências e Debates daFolha de S.Paulo, em que novamente é abordado o assunto da legalização ou não da maconha em nosso País.

O jornalista Denis Russo Burgieman, defendendo a legalização, usa conceitos de seu talante para apontar como falida a política de repressão em âmbito mundial. Quando o jornalista cita sociedades de nível razoável de desenvolvimento e diz "a sociedade civil está arrancando das mãos dos políticos as rédeas dos sistemas para lidar com drogas" (sic), quem coloca o poder na mão dos políticos é o próprio povo, ou seja, a sociedade civil; um está contido no outro. Mais uma vez, vimos como é fácil defender algo quando não se quer enxergar a tragédia. 

Citei nesta tribuna, há poucos dias, estudo feito pela Perícia Criminal, em São Paulo, constatando a potencialização da maconha, com o passar dos anos, e resultado de mutações genéticas. Estudos científicos recentes comprovam que a maconha é droga poderosíssima e atua no sistema nervoso, causando sequelas irreversíveis. Também é constatado que funciona como porta de entrada para outras drogas, por exemplo, o crack, considerado hoje, por quem tem juízo e respeito pelo bem-estar das famílias, o flagelo de uma geração. Esse cidadão cita como exemplo a legalização em dois Estados norte-americanos, esquecendo-se de que os EUA possuem 51 Estados. Alegar que a política de repressão foi um fiasco é ser raso na análise, pois claro que, com o aumento da população em níveis nunca visto, tudo cresce proporcionalmente.
Nós, representantes legítimos do povo, devemos cerrar fileiras com as pessoas que defendem a família e colocam sua capacidade intelectual a serviço da razoabilidade em um assunto de tamanha relevância para o futuro de nossos filhos. Mas como não podia ser diferente em um jornal com apurado grau de imparcialidade, como é a Folha de S.Paulo, deu-se o mesmo destaque para o ilustre advogado e professor, Dr. Ricardo Sayeg, oferecendo seu contraponto, nos abrilhantando com argumentos irrefutáveis contra a legalização da maconha em nosso País. Concordo quando diz que o bem da saúde pública está acima do interesse pessoal do indivíduo. Se fosse possível, gostaria de citar todo o conteúdo do artigo do Dr. Sayeg, pois seria de grande valia pelas razões expostas, pois coincidem in totum com o que vimos colocando como bandeira de nossa luta contra as drogas — sim, droga, e a maconha é a mais nociva, por causa da falsa impressão de ser inofensiva e tão glamourizada por pessoas que irresponsavelmente usam os meios de comunicação e, em alguns casos, pessoas bem-sucedidas e formadoras de opinião.

Para finalizar, deixo aqui meu apelo para que pensemos não apenas como profissionais, cada um na sua área, mas, sim, como pais de família, e que desejemos para os jovens aquilo que daríamos aos nossos próprios filhos: o melhor. Deus nos abençoe.

Obrigado.

Fonte: Site da Cãmara

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